Uma menina das alianças a tremer numa quinta do Douro ao fim da tarde de setembro resume tudo: o vestido de cerimónia de junho não é o mesmo de setembro. Esta crítica julga sem clemência a gramagem, a paleta, a manga e o comprimento, e separa as peças que merecem lugar num casamento ou batizado de outono português daquelas que são apenas vestidos de verão em negação. Termina com um veredicto em cinco pontos, pensado para as vindimas, os adros de granito e o regresso às aulas.